Manual · O Alpendre

Já Dei?

A app que a clínica veterinária oferece aos clientes: quem deu o comprimido, e quando — para não ir a dobrar. Desparasitações, vacinas, a pet-sitter. E a clínica sabe se o tratamento está a ser feito.

Entrar como dono Entrar como clínica

1O que é

Numa casa com várias pessoas, o problema raramente é esquecer o comprimido do gato. É o pai dar às oito, a filha não saber e dar outro às nove — ou cada um pensar que o outro já deu, e o gato ficar sem nada.

O «Já Dei?» resolve isso com um botão: quem dá o medicamento carrega em "Dei", e toda a casa passa a ver "Dado por Ana às 08:12". Se mais alguém tentar dar outra vez, a aplicação avisa antes.

2Experimentar a demonstração

A demonstração é a Clínica Veterinária do Largo e um dos clientes dela, a Casa dos Martins (ambas inventadas): a Ana, o Rui e o filho Tiago, com o gato Tareco e a cadela Bolacha.

  1. Abra a página de entrada da clínica.
  2. Entre com o utilizador martins-2024 e o PIN 246810 (ou carregue em «Preencher por mim»).
  3. Escolha quem é — Ana, Rui ou Tiago.

Para ver o lado da clínica, abra a gestão com o utilizador sofia e o PIN 975310: crie um cliente novo, veja o cartão que se lhe entrega e entre com ele.

Pode mexer à vontade. Cada visitante recebe a sua própria cópia da Casa dos Martins, que se apaga sozinha ao fim de 12 horas. O que fizer não muda o que os outros vêem. O botão 🔄 na barra escura do topo volta a pôr tudo como no início.

Coisas boas de experimentar primeiro:

3Entrar e dizer quem é

A página de entrada da clínica, com o logótipo, os contactos e os campos utilizador e PIN
A porta de entrada é da clínica: logótipo, contactos, utilizador e PIN.
O passo Escolha o seu PIN, com o aviso do que a clínica vê
Na primeira vez escolhe-se um PIN só da casa.
  1. Abra o endereço que vem no cartão da clínica (ou aponte a câmara ao código QR).
  2. Escreva o utilizador (ex.: martins-4821) e o PIN do cartão.
  3. Escolha um PIN seu, de 6 a 12 algarismos. O do cartão deixa de servir — passou pelo balcão.
  4. Adicione a app ao ecrã principal: fica com o ícone da clínica. O telemóvel fica lembrado durante meses.
Ao entrar, aceita o acompanhamento da clínica. A clínica vê os animais, os medicamentos e se foram dados (quando e por quem), o peso, os cuidados e as consultas — é para isso que oferece a app. Não vê mais nada do seu telemóvel. Está escrito na entrada e na Configuração.

Depois de entrar, cada telemóvel pergunta uma única vez "Quem és?" — e fica a saber. O PIN é um só para a casa toda; o nome é o de cada um.

Esse nome é o que aparece em cada "Dei" feito daquele telemóvel. É assim que os outros sabem quem deu.

O nome escolhido fica sempre à vista no topo da página. Tocar nele troca de pessoa — útil num tablet partilhado, ou quando a avó vem passar uns dias.

Não são contas nem senhas. É confiança em família: chega para saber quem deu, sem obrigar ninguém a lembrar-se de mais uma palavra-passe.
A caixa Quem és, com os nomes Ana, Rui e Tiago
Uma vez por telemóvel.

4O ecrã Hoje

É o que se vê ao abrir. Um cartão por animal, com as tomas do dia por ordem de hora.

No topo aparecem os avisos que importam: uma dose a dobrar (a vermelho) e quem está a tratar dos animais, se houver uma pet-sitter.

Uma toma de ontem à noite que ninguém deu continua visível de manhã, marcada "ontem" — não desaparece à meia-noite sem ninguém a ver.

· mais tarde ainda não está na hora
⏳ está na hora pode dar
⚠ por dar passou a hora e ninguém deu
✔ dado com o nome de quem deu e a hora
✖ não dado cuspiu, recusou… (com nota)
❗ a dobrar foi dado duas vezes
O ecrã Hoje com o cartão do Tareco e o botão Dei
O botão grande e verde é o "Dei".

5Dar um medicamento

"Dei"

Quando a toma está na hora (ou já passou), aparece o botão ✔ Dei. Um toque, e fica registado — com o seu nome e a hora. A toma passa a dizer "Dado por Ana às 08:12" no telemóvel de toda a gente.

Se houver vários medicamentos do mesmo animal à mesma hora, um "Dei" regista todos.

"Outra coisa…"

Para quando não correu como devia: o gato cuspiu, recusou, ou só deu um dos medicamentos. Marca-se o que foi dado e escreve-se o que aconteceu — a nota fica registada, à vista de toda a casa.

Voltar a dar depois de ele cuspir não conta como dose a dobrar: é voltar a tentar.

"Se for preciso" (SOS)

Os medicamentos sem hora — um anti-inflamatório "só se coxear" — ficam no fundo do cartão, com a última vez que foram dados e por quem. Antes de dar, vê-se logo se alguém deu há pouco.

A toma das 08:00 marcada como dada pela Ana
Depois do "Dei": quem deu e a que horas.
Sem internet, não fica registado. E a aplicação di-lo com todas as letras. É de propósito: um "Dei" guardado no telemóvel para enviar mais tarde é exatamente o que deixaria outra pessoa dar a segunda dose entretanto.

6"Já foi dado!" — a dose a dobrar

Se alguém tentar dar uma toma que já foi dada — porque tinha a página aberta desde antes, ou porque é um SOS dado há pouco —, a aplicação pára e mostra quem deu e quando.

O botão grande e verde é "Não dou". Para registar a segunda dose é preciso escolher o outro, de propósito.

Se for mesmo dada outra vez, fica marcada a dobrar e aparece a vermelho no topo do Hoje, no telemóvel de toda a casa: aconteceu, e quem estiver a tratar do animal tem de saber — para ver as instruções ou ligar ao veterinário.

A caixa Já foi dado, a dizer que a Ana já deu o Metacam
O que a aplicação existe para evitar.

7A comida e a despensa

A comida também tem «quem deu e quando». Numa casa com várias pessoas, o animal come duas vezes ou nenhuma pela mesma razão por que toma o comprimido a dobrar: cada um pensa que o outro já deu.

Uma refeição marca-se como um medicamento (Configuração → + Refeição 🍽️): as horas, os gramas de cada vez, e de que ração sai. No Hoje aparece com o mesmo botão «Dei» — e, se calhar à hora de um medicamento, os dois juntos, com um «Dei» só. Quem tentar dar outra vez vê «Já foi dado!» com o nome e a hora.

A despensa e o «Comprei»

Registe a ração que compra (Configuração → Despensa → + Ração, com o tamanho do saco). A aplicação desconta o que se dá em cada refeição e sabe quantos dias faltam: quando está a acabar, avisa a casa — «A ração acaba daqui a ~3 dias».

Quem comprar carrega em «Comprei», no Hoje. A casa toda recebe «🛒 A Ana comprou ração (4 kg). Já não é preciso comprar.» — e ninguém compra a dobrar, nem fica a pensar que era o outro que comprava.

Se a conta não bater certo (um saco que se rompeu, refeições por registar), «Acertar o que há» na Despensa: à vista chega.

A Despensa no ecrã Hoje: a ração do cão a acabar e a do gato comprada pelo Rui
A despensa no Hoje: a ração a acabar e quem a comprou.

Na Configuração, cada ração mostra quanto há, para quantos dias dá e quanto se gasta por dia (a soma das refeições ligadas a ela), e a última compra.

Uma ideia de um veterinário. A comida e a despensa nasceram de uma conversa com o veterinário Marco Rodrigues, que tem a sua própria clínica.
A Despensa na Configuração, com quanto há e quanto se gasta por dia
A despensa, na Configuração.

8Desparasitações e vacinas

No separador Cuidados fica tudo o que se repete de semanas em semanas ou de meses em meses: desparasitação interna e externa, vacinas, e outros (cortar as unhas, análises de rotina…).

Cada cuidado mostra a última vez que foi feito (quando, por quem, se foi na clínica, o lote) e a próxima data.

Como se conta a próxima data

  • A partir da última vez que foi feito de facto — não da data prevista. A pipeta posta com 5 dias de atraso empurra a seguinte 5 dias, como os veterinários aconselham.
  • Nas vacinas, se o veterinário escreveu a data do reforço no boletim, é essa que vale.
  • Os meses contam como as pessoas contam: um mês depois de 31 de janeiro é 28 de fevereiro.

"Feito"

Quando se faz, carrega-se em ✔ Feito e escreve-se o dia (hoje, ou um dia passado), onde foi, e se quiser o lote. Os cuidados a chegar, de hoje ou em atraso aparecem também no ecrã Hoje.

A aplicação prepara um lembrete uns dias antes, outro no próprio dia e, se passar, de 3 em 3 dias até alguém registar (ver os avisos).

O separador Cuidados com o Milbemax em atraso
O ritmo é o que o veterinário recomendou — a aplicação não o sugere.

9Quando alguém fica com os animais

Vão de férias e a vizinha, um familiar ou um hotel de animais fica com eles? No separador Pet-sitter cria-se uma ligação temporária para essa pessoa.

O formulário Nova ligação de pet-sitter
Quem, de quando a quando, que animais e as instruções.
A ligação pronta a enviar por WhatsApp
A ligação só aparece uma vez: envia-se logo.
  1. + Nova ligação: o nome de quem vai tratar, desde quando, até ao regresso, que animais, e as instruções ("a ração está no armário debaixo do lava-loiça…").
  2. Aparece a ligação, com Enviar por WhatsApp, Partilhar e Copiar. Envie-a logo: por segurança, a ligação não fica guardada. Se a perder, gera-se outra — e a antiga deixa de funcionar.
  3. A pessoa abre a ligação no telemóvel dela. Sem instalar nada e sem PIN.
A página da pet-sitter com as instruções e as tomas
O que a pet-sitter vê.
O bloco Em caso de urgência, com os telefones e as alergias
Os telefones e o que importa numa aflição.

O que a pet-sitter vê

Ela só vê os animais que lhe foram confiados — nem o histórico anterior, nem a configuração, nem as pessoas da casa. Cada "Dei" dela fica com o nome dela — no Hoje da família aparece "Dado por D. Lurdes (pet-sitter)", e o topo diz quem está a tratar dos animais até quando.

Quando acaba. A ligação deixa de funcionar sozinha 12 horas depois do regresso (os voos atrasam-se). Pode prolongá-la num toque (se a viagem esticar) ou revogá-la a qualquer momento.

10A ficha de emergência

Cada animal tem uma ficha de emergência (botão 🆘 Ficha, no Hoje, ao lado do nome). É para mostrar ao veterinário de urgência, imprimir em A4 ou mandar a quem precisar.

No topo, em letra grande, o que se procura primeiro numa aflição ou num animal perdido: o microchip e o veterinário habitual, com um botão para ligar — e a urgência 24 h. Depois: as alergias em destaque, as doenças, a medicação em curso com a última vez que foi dada, o que correu mal nas últimas 24 horas (uma dose a dobrar, uma toma que ficou por dar), a alimentação, as desparasitações e vacinas, o seguro e as notas.

Mostra sempre o estado de agora: a última toma é a verdadeira.

A ficha de emergência da Bolacha, com o microchip, o veterinário e as alergias no topo
O microchip e o veterinário no topo.

Partilhar por ligação

No fundo da ficha, «Criar ligação» faz um endereço só de leitura, sem PIN, para o veterinário de urgência, o hotel de animais ou quem encontrou o animal. Escolhe-se quanto tempo dura (1, 7 ou 30 dias) e depois deixa de funcionar sozinha — ou desliga-se antes, em «Ligações ativas».

Quem a abre vê a ficha, mas não vê os nomes das pessoas da casa nem o histórico.

A ligação só aparece uma vez, ao ser criada: copie-a ou envie-a logo. (O servidor guarda só um resumo dela — nem quem tem acesso ao servidor a consegue ler.)

A pet-sitter também tem a ficha completa, a partir da página dela («🆘 Ver a ficha completa»).

Partilhar a ficha: escolher a validade e criar a ligação
A ligação só aparece esta vez.

11Saúde: peso e consultas

No separador Saúde, cada animal tem:

  • O peso, com um gráfico ao longo do tempo e a variação («−0,3 kg desde 14/11/2025»). Uma descida lenta não se nota a olho, e é das primeiras coisas que o veterinário pergunta. «+ Registar peso» para uma pesagem nova (de hoje ou de um dia passado). Uma pesagem mal escrita apaga-se no ✕.
  • As consultas: «+ Marcar consulta» com o dia, a hora, de quê, onde e o que levar («em jejum», «levar a caixa do medicamento»). A casa é avisada uns dias antes e no próprio dia, e a consulta aparece no Hoje quando está à porta.
O separador Saúde: o peso do Tareco em gráfico e a próxima consulta
O peso em gráfico e as consultas.

12O histórico

O separador Histórico mostra tudo o que aconteceu, dia a dia: cada medicamento e refeição dada (por quem, e a que horas), o que ficou por dar e porquê, as doses a dobrar (a vermelho), os cuidados feitos, as compras da despensa, as pesagens e as consultas que passaram.

Filtra-se por animal e por período (da última semana aos últimos 3 meses).

Nada se apaga. Os registos só se acrescentam: uma correção é um registo novo, com nota, ao lado do original. É isso que dá confiança ao histórico — por exemplo, numa urgência no veterinário.
O separador Histórico: as tomas de hoje e de ontem, com a dose a dobrar a vermelho
A dose a dobrar de ontem, a vermelho.

13Configurar a casa

No separador Configuração:

Animais

A ficha de cada um: fotografia, espécie, raça, nascimento (ou idade aproximada, para adoptados), esterilizado, microchip, alergias, doenças, alimentação, o veterinário habitual, a urgência 24 h e o seguro. É daqui que sai o bloco "Em caso de urgência".

Medicamentos

  • A horas marcadas (aparece no Hoje com o "Dei") ou SOS (só quando for preciso).
  • Dias da semana, ou de tantos em tantos dias (dia sim, dia não).
  • Começa no dia e até quando — num antibiótico de 7 dias, marca-se o último dia e ele desaparece sozinho.
  • Suspender uns dias (antes de uma cirurgia): os dias de pausa não acusam falta.
  • Debaixo de cada medicamento aparece a próxima toma.

A dose é a que o veterinário escreveu — a aplicação não calcula doses. Mudar uma hora não mexe no passado.

Avisos no telemóvel e Telegram

Cada pessoa liga os avisos no seu telemóvel. Opcionalmente, junta-se o Telegram como segundo caminho (o código de um bot e o número de quem recebe) — é o único que se pode pôr nas exceções do modo Concentração do telemóvel.

Pessoas da casa, PIN e cópia de segurança

Quem dá os medicamentos (nome e cor), o nome da casa e as janelas de tempo, a mudança do PIN (ao mudar, os outros telemóveis voltam a pedi-lo; esquecido, a clínica dá um novo), os contactos da clínica, e um botão para guardar uma cópia de segurança de tudo. Há também «Exportar em JSON»: tudo num ficheiro legível, para mudar de instalação ou entregar à clínica — sem os segredos (PIN, ligações, chaves dos avisos).

O formulário de um medicamento, com horas marcadas e de tantos em tantos dias
"De 2 em 2 dias" é a pasta de malte do Tareco.

14O que vem da clínica

A clínica pergunta

A clínica pode fazer uma pergunta sobre um animal — "Como está a pata?", "Já acabou o antibiótico?". Chega um aviso ao telemóvel e a pergunta aparece no topo do Hoje, com uma caixa para responder. Quem responde fica com o seu nome; a resposta chega à ficha do animal na clínica. É pergunta e resposta, não uma conversa: para o resto, o telefone da clínica está na Configuração.

Receitas da clínica

Quando a clínica receita um medicamento, ele aparece sozinho na app (com aviso), já com as horas e a data de fim, e com «🩺 Receitado pela clínica». Dá-se com o "Dei" como os outros.

Uma receita da clínica só a clínica a muda, suspende ou termina — a não ser que o médico tenha deixado a casa ajustá-la. Se for preciso mudar alguma coisa, fale com a clínica: ela muda e a casa recebe um aviso. As vacinas e desparasitações feitas na consulta, o peso na balança da clínica e as consultas que ela marca também aparecem sozinhos, com "(clínica)".

O ecrã Hoje com uma pergunta da clínica e a caixa para responder
A resposta vai direta à ficha do Tareco na clínica.

Para a clínica

A área de gestão: os clientes e o cartão que se lhes entrega, a adesão ao tratamento e a ficha de cada paciente — onde a clínica receita, regista a consulta e pergunta ao dono.

15A clínica: entrar na gestão

A gestão tem o seu próprio endereço — o da clínica, com /gestao/ no fim. Cada pessoa da equipa entra com o seu utilizador e o seu PIN: fica registado quem criou cada cliente, quem repôs cada PIN e quem viu os tratamentos de cada casa.

Na demonstração entre como a Dra. Sofia (inventada): utilizador sofia, PIN 975310 — é responsável e responsável clínica. A Rita, da receção (rita, mesmo PIN), mostra o que vê quem não pode receitar.

16Clientes e o cartão

No separador Clientes está a lista de todas as casas, com a procura por nome, utilizador ou telefone. Cada uma diz se o PIN ainda está por escolher, quando entrou pela última vez, em quantos telemóveis, e se houve enganos no PIN nos últimos dias.

A lista de clientes na gestão
Os clientes da Clínica do Largo (inventados).

+ Novo cliente

  1. Escreva o nome da casa (ex.: Casa dos Martins) e, se quiser, o telefone, o email e uma nota da clínica (o n.º de processo). Só a equipa vê estes dados.
  2. A aplicação inventa o utilizador a partir do nome (martins-4821) e um PIN provisório de 6 algarismos.
  3. Aparece o cartão para entregar: o logótipo da clínica, o endereço com um código QR, o utilizador, o PIN e três passos. Imprima-o ou carregue em «Copiar a mensagem» e envie por WhatsApp ou email.
O cartão para entregar ao dono, com o QR, o utilizador e o PIN
O PIN só aparece aqui — a aplicação guarda-o cifrado e não o volta a mostrar.

Repor o PIN, editar, desativar

17Tratamentos: a adesão

O primeiro separador da gestão responde à pergunta que interessa: a medicação está a ser feita como foi mandada? Cada cliente com tratamentos aparece com uma cor — a do seu pior tratamento — e os vermelhos vêm primeiro. O número ao lado de «Tratamentos» é quantos estão a vermelho.

O painel dos tratamentos, com clientes a vermelho, amarelo e verde
A Casa da Ribeira falhou as duas últimas tomas do antibiótico; a Mimi perdeu peso.
🔴 vermelho uma dose a dobrar na última semana, duas tomas seguidas por dar (está a falhar agora), ou menos de 70% das tomas dadas.
🟡 amarelo menos de 90% dadas, mais de uma em cinco dada fora de horas, um cuidado (vacina, desparasitação) em atraso, ou o peso a descer 5% ou mais num mês.
🟢 verde a correr bem.

Só contam as tomas que já passaram: uma toma "está na hora" ainda não é falha de ninguém. As refeições não entram. Os medicamentos SOS não têm falhas — mostra-se quantas vezes foram precisos (um anti-inflamatório todos os dias já não é "quando é preciso"). Pode ver-se os últimos 7, 14 ou 30 dias.

O detalhe de uma casa

«Ver detalhe» mostra os animais (com alergias e doenças), e cada tratamento com uma fita: um quadrado por toma, da mais antiga para a mais recente — verde a tempo, verde-claro fora de horas, amarelo não dado, vermelho ninguém registou; contornado, a dobrar. Por baixo, as tomas com problema, com quem registou e a nota ("Vomitou logo a seguir"). Seguem-se o peso em gráfico, os cuidados e as consultas marcadas — e o botão para ligar ao cliente.

O detalhe da Casa da Ribeira, com a fita das tomas do antibiótico
Duas tomas por registar no fim: está na altura de telefonar.
Fica registado quem viu. Abrir o detalhe de uma casa fica no registo das «Entradas»: com dados de saúde, a clínica tem de poder dizer quem da equipa os consultou.

18A ficha do paciente

É a página onde a clínica trabalha com um animal. Tem endereço próprio — abre-se num separador ou no tablet do consultório, ao lado do programa da clínica — e usa a mesma entrada da gestão. Chega-se a ela de duas maneiras: pelo separador Pacientes (procurar pelo nome do animal, o microchip, o n.º de processo ou o cliente), ou pela casa (Clientes → Ver, Tratamentos → Ver detalhe → «Ficha»).

O separador Pacientes, com os animais de todos os clientes
O veterinário pensa no animal que tem na mesa, não na casa de onde ele vem.

No topo, o animal (com as alergias a vermelho), o cliente e o botão para ligar. Por baixo, os tratamentos com a fita da adesão, as perguntas ao dono, o peso, os cuidados, as próximas consultas e a cronologia dos últimos 60 dias.

A ficha do Farrusco, com os botões e o antibiótico a vermelho
O Farrusco falhou as duas últimas tomas.

O que a clínica regista

A caixa de receitar um medicamento
A receita chega à casa com as horas certas — ninguém tem de a passar à mão.
Tudo fica registado. Cada receita, cada vacina, cada pergunta leva o nome de quem a fez, e abrir a ficha fica nas «Entradas».

19Equipa, apresentação e entradas

Equipa (só o responsável)

Acrescentar uma pessoa (nome, utilizador, papel) dá-lhe um PIN provisório, que se entrega em mão. O responsável gere a equipa e a apresentação da clínica; a equipa trata dos clientes e vê os tratamentos. Quem puder receitar marca-se como responsável clínico. Quem sai da clínica desativa-se — o registo do que fez fica. Há sempre pelo menos um responsável.

A clínica (só o responsável)

O logótipo (PNG com fundo transparente fica melhor) e o texto de apresentação, telefone, email, morada e horário. Aparecem na página de entrada dos clientes, no topo da app de cada casa, na Configuração, no cartão — e o logótipo vira o ícone da app no telemóvel de quem a instala. No fundo das páginas fica sempre «Feito por O Alpendre».

O separador A clínica, com o logótipo e os textos
O que os clientes lêem antes do PIN.

No mesmo separador está a cópia de segurança de tudo — os clientes, a equipa e o histórico de cada casa, num ficheiro. Uma vez por semana, guardada fora do alojamento.

Entradas

As tentativas erradas dos últimos 30 dias, agrupadas pelo utilizador que foi escrito — existente ou não. Muitos enganos num cliente que não telefonou pode ser alguém a tentar adivinhar: reponha-lhe o PIN. Por baixo, o que a equipa fez (criar clientes, repor PINs, ver tratamentos).

As tentativas erradas e o registo do que a equipa fez
Utilizadores que não existem também aparecem — e também são bloqueados.

20Perguntas frequentes

É preciso instalar alguma coisa?
Não. É uma página na internet. Se quiser, pode adicioná-la ao ecrã principal do telemóvel e fica com um ícone, como uma aplicação.
E se duas pessoas carregarem em "Dei" ao mesmo tempo?
A primeira fica registada. A segunda vê "Já foi dado!" com o nome da primeira, e só regista se escolher de propósito dar outra vez.
Recebo avisos no telemóvel?
Sim. Cada pessoa da casa liga-os no seu telemóvel, em Configuração → Avisos no telemóvel: a dose a dobrar, uma toma por dar, um cuidado a chegar, a ração a acabar e quem a comprou, e cada "Dei" da pet-sitter. O "Dei" de todos os dias da casa fica de fora, para não haver uma notificação a cada refeição. No iPhone, a página tem de estar no ecrã principal (Partilhar → Adicionar ao ecrã principal). A pet-sitter liga os dela na sua página: um aviso à hora de cada toma, e outro se passar a hora.
Posso apagar um registo errado?
Não — e é de propósito. Uma correção fica como um registo novo, com nota, ao lado do original. É isso que dá confiança ao histórico, numa urgência no veterinário.
A aplicação diz que dose dar?
Não. Regista o que o veterinário receitou, nunca calcula doses — nem a partir do peso.
Os dados de uma casa ficam misturados com os de outras?
Não. Cada clínica tem a sua própria instalação, e dentro dela cada casa tem a sua base de dados — uma casa nunca vê a de outra. Não há uma plataforma central.
O que vê a clínica?
Os animais, os medicamentos e se foram dados (quando e por quem, com as notas), o peso, os cuidados e as consultas. Não vê os avisos, o Telegram, nem nada do telemóvel. Quem entra com o cartão da clínica aceita este acompanhamento — é o serviço que a clínica oferece.
Quem pode receitar?
Só quem a clínica marcou como responsável clínico. O resto da equipa vê os tratamentos, regista vacinas e pesos, marca consultas e faz perguntas — mas não receita.
O dono pode mudar uma receita da clínica?
Só se o médico o deixar (uma opção em cada receita). Sem isso, a casa dá o medicamento com o "Dei" mas não lhe mexe — e se a dose mudar, muda na clínica e a casa é avisada.
Quem oferece a aplicação?
A clínica veterinária: dá a cada cliente o endereço, o utilizador e o PIN. A clínica cria os clientes, repõe PINs esquecidos e põe o seu logótipo e contactos na página de entrada.